terça-feira, 1 de março de 2011

Risos Divino

Deus tirando Onda....

Decepção divina...

Deixe sua Opinião sobre as Imagens

A IGREJA COMO FAMÍLIA por Roberto Lima

Este é o sonho de muita gente: ter uma igreja como se fosse uma grande família!

Também eu sempre quis isso, sonhei com isso, lutei por isso, sofri por isso, fui perseguido por isso e eu viva isso e não tinha idéia disso.

Porquê?

Vejamos. Quais as características de uma família que você queria na igreja? Amor? Aceitação? Fraternidade? Carinho? Companheirismo? Respeito? Etc...


Você já notou que essas coisas existem nas igrejas, em qualquer delas... mas também está junto: Ciúmes, inveja, intriga, discórdia, maldade, menosprezo, vingança, etc...

Difilmente acharemos uma família que não tenha uma luta dos filhos para suplantarem uns aos outros aos olhos dos pais. Nem acharemos irmãos que não tenham brigado, lutado, desejado quebrar a cara do outro irmão (ou irmã).

Se isso é verdade, nós, HOJE, já temos igrejas famílias.

As igrejas tem TODAS as características das nossas famílias. Tanto as boas quantos as ruins.

Uma família cresce naturalmente e dá origem a outras famílias. Controlar isso é meramente impossível. Antigamente eram mais conhecidas enormes famílias com todos os seus agregados (cunhados (das), genros e noras) que tinham bastante vínculo. Viviam perto uns dos outros, tinham negócios em família, participavam de muitas festas juntos etc.

Mas os problemas numa grande família crescem exponencialmente. Quem já viveu em comunidade sabe o que é isso.

Assim como será difícil encontrarmos grandes lideranças de igrejas trabalhando juntos na mesma igreja e formando um só presbitério, um só conselho numa igreja local, dificilmente encontraremos famílias morando juntas em comunidade.

É muito difícil.

Primeiro porque deve haver quebrantamento para liderar e morar juntos.

Começa com a roupa que eu tenho que colocar no varal e que ainda está com as roupas da minha vizinha. Mas as roupas dela já estão secas. Um simples exemplo de um grande problema futuro.

Nas lideranças temos a luta pelo poder supremo. Isso mina tudo. Daí segue-se as tomadas de decisões que não agrada todo mundo, e todas as nossas mazelas começam a aparecer.

É por isso que de um tempo pra cá, foram criado alguns métodos e formas das igrejas atuarem para poderem crescer.

COMEÇANDO COM A IGREJA DA RUA

A igreja era a igreja das famílias daquele bairro, e no começo até se chamavam pelo nome do bairro ou da rua mesmo.

Daí as igrejas começaram a crescer e seus olhos fitaram as cidades. E os nomes das igrejas também mudaram para acompanhar essa visão.

Com o aparecimento das mega-igrejas temos igrejas que tem o nome do país: Brasil para Cristo, do mundo: Mundial e do universo: Universal.

Até mundial entendo porque do nome... mas universal, quer dizer que eles querem atingir os Ets com o $vangelho também? Ou é só uma megalomania?

TRANSFORMANDO A IGREJA NUMA EMPRESA

Uma família tem muitos limites e muitas fragilidades. Seria preciso muita gente com o coração de Jesus para fazer esse organismo funcionar.

Mas existe uma forma mais fácil, que possa produzir mais membros e convertidos em menos tempo, e que também possa diminuir os problemas que poderiam advir de uma estrutura familiar?

Claro. Torne-a em uma empresa.

Todas as regras das empresas fazem com que ela consiga uma produtividade com o menor custo possível.

Defina regras para comportamentos, para os relacionamentos, para os excessos. Controle o fluxo de pessoas e de recursos. Procure os mais dotados e invista neles. Desenvolva cadeia de autoridade com base nas pessoas que você confia. Isso sem falar de produto, marketing etc.

Acho que tirando a fragilidade dos relacionamentos definindo regras comerciais, caminhamos muito mais rápido, mas perdemos o que era mais precioso.

No passado, crente era pobre, burro, mas era respeitável, tinha uma consideração maior dos outros pelo seu estilo de vida e pela sua devoção.

Hoje o crente é gospel, próspero, rico, corrupto, político, e cresce como se fosse fila do INSS.

Como lido com muitos empresários, tanto em lojas como em negócios todos têm criado restrições para relacionamento comercial com pastores. São os piores pagadores.

São porque são muitos hoje em dia. São porque são visados pelo seu cargo. São porque todo mundo esperava que fossem diferentes, mas são iguais a todo mundo. São porque a maioria é como jogador de futebol no Brasil, são poucos os que ganham realmente dinheiro, a maioria não consegue manter o status que prega ou que cobra ou que lhe é cobrado.

IGREJA FAMÍLIA OU IGREJA EMPRESA?

Talvez o ideal seria uma igreja CORPO, ORGANISMO. Uma igreja que trabalha juntamente com os outros membros, que protege, que ajuda, mas que força também ao desenvolvimento e amadurecimento de cada órgão.

Mas como ela funcionaria na prática, no seu dia a dia?
Fonte: http://impactodagraca.blogspot.com/2010/11/igreja-como-familia-por-roberto-lima.html

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A lista completa dos vencedores



Melhor filme
"O Discurso do Rei"

Melhor diretor
Tom Hooper ("O Discurso do Rei")

Melhor Ator
Colin Firth ("O Discurso do Rei")

Melhor atriz
Natalie Portman ("Cisne Negro")

Melhor ator coadjuvante
Christian Bale ("O Vencedor")

Melhor atriz coadjuvante
Melissa Leo ("O Vencedor")

Melhor roteiro original
"O Discurso do Rei"

Melhor roteiro adaptado
"A Rede Social"

Melhor filme de animação
"Toy Story 3"

Melhor filme estrangeiro
"Em um Mundo Melhor" (Dinamarca)

Melhor fotografia
"A Origem"

Melhor edição
"A Rede Social"

Melhor direção de arte
"Alice no País das Maravilhas"

Melhor figurino
"Alice no País das Maravilhas"

Melhor maquiagem
"O Lobisomem"

Melhor trilha musical
"A Rede Social"

Melhor canção original
"We Belong Together" ("Toy Story 3")

Melhor mixagem de som
"A Origem"

Melhor edição de som
"A Origem"

Melhores efeitos visuais
"A Origem"

Melhor documentário
"Trabalho Interno"

Melhor documentário de curta
"Strangers No More"

Melhor curta de animação
"The Lost Thing"

Melhor curta de ficção
"God of Love"

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

É proibido Pensar

Deixe sua opinião sobre a letra da Música, é proibido pensar, de João alexandre.
Segue a letra:


É Proibido Pensar

Composição: João Alexandre

Procuro alguém pra resolver meu problema
Pois não consigo me encaixar neste esquema
São sempre variações do mesmo tema
Meras repetições

A extravagâncias vem de todos os lados
E faz chover profetas apaixonados
Morrendo em pé rompendo a fé dos cansados
Com suas canções

Estar de bem com vida é muito mais que renascer
Deus já me deu sua palavra
E é por ela que ainda guio o meu viver

Reconstruindo o que Jesus derrubou
Re-costurando o véu que a cruz já rasgou
Ressuscitando a lei pisando na graça
Negociando com Deus

No show da fé milagre é tão natural
Que até pregar com a mesma voz é normal
Nesse evangeliquês universal
Se apossando do céus

Estão distantes do trono, caçadores de deus
Ao som de um shofar
E mais um ídolo importado dita as regras
Pra nos escravizar.

É proibido pensar (5x)

Procuro alguém pra resolver meu problema
Pois não consigo me encaixar neste esquema
São sempre variações do mesmo tema
Meras repetições

Meras repetições
É proibido pensar

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Unidade Evangélica ou Márfia?

Este texto do Rev. Caio continua atual e provocativo
“... Pessoalmente, fico perplexo quando vejo as mais lindas palavras de ordem do clamor pela unidade serem esvaziadas de seu conteúdo e enchidas com valores totalmente contrários ao evangelho do Senhor Jesus. Unidade biblicamente significa a vivência do amor generoso que respeita e afirma diferenças, mas que converge fraternalmente para a prática da missão que nos é comum, tendo a palavra da Verdade como elo vinculador, foi transformado em imperativo estratégico, motivado pela necessidade de mostrar força política que impressione a sociedade, a mídia, os políticos e os que podem dar e receber em eventuais negócios com os ‘donos de igrejas.’ Corpo de Cristo, no N.T. (Novo Testamento) encera a ideia de organicidade carismática e de vinculação essencial uns aos outros pelo Espírito Santo e seus dons, acabou virando senha maçônico-evangélica, palavra de ordem que caracteriza a entrada ao corporativismo da religião, onde valores, princípios, verdade e coerência não têm nenhuma importância. Tudo o que vale é a certeza de que, fazendo parte daquela Confraria Evangélica, os seus membros podem mentir, roubar, enganar, manipular, e tudo mais, pois o Corpo jamais virá contra tais procedimentos. Uma vez no Corpo, não há amputações. O dedo pode estar podre, mas o corpo morrerá com ele e confessará solidariedade à gangrena e sempre dirá que qualquer tentativa de extirpar a podridão será encarada como quebra da harmonia do sistema.
Até onde consigo enxergar, percebo que a Máfia funciona assim; mas não é assim que as coisas devem ser no verdadeiro Corpo de Cristo (Mt. 5:29-30).”
D’ARAÚJO, Caio Fábio, Filho. Igreja Evangélica e o Brasil: Profecias, Utopias e
Realidade. Niterói, RJ: Proclama Editora e Distribuidora (Ministério Síntese), 1997. p. 33-35
Digitado por Jonas Lima da Silva em 30-12-2010
F.n.R.produções®

sábado, 11 de dezembro de 2010

Atitudes Essenciais à Vida


Nesta caminhada para fora da religião, algumas coisas simples devem fazer parte da nossa vida,como expressão do nosso compromisso de vida com Cristo.

No texto abaixo, o pastor Caio Fábio enumera 10 práticas essenciais à vida, às quais convidamos você; que elas sejam realidade em nossa caminhada diária.

1. Nunca descreia do poder do amor, ainda que você demore muito a ver os resultados;

2. Não tema pedir em oração, pois o Pai tem prazer em nos ouvir pedindo em fé confiante; mas lembre que Deus não está preso à oração, posto que somente nos atenda naquilo que Ele, como Pai, não julgue que nos fará mal;

3. Leia as Escrituras, especialmente a parte chamada de Novo Testamento; pois toda pessoa que, tendo tal chance, não a use, demonstra que não deseja mesmo conhecer a Deus; posto que seja pela leitura da Palavra que melhor se possa discernir a vontade de Deus;

4. Exercite-se na dadivosidade e na generosidade, pois por tais exercícios seu coração se manterá sóbrio em relação a dinheiro e poder;

5. Nunca fuja de uma necessidade humana que você possa ajudar a resolver... Seria como fugir de Jesus;

6. Fuja do pensamento malicioso. Seja sábio e sóbrio, mas não olhe com malicia, posto que o olhar malicioso corrompa todo o seu ser;

7. Cuidado com todas as raízes perversas... Sim, cuide de seu coração para que nele não cresçam as raízes da inveja, da amargura, da arrogância ou da auto-vitimização; pois essas são as piores raízes a serem deixadas vivas no chão do ser;

8. Nunca se sinta importante, pois tiraria toda a sua naturalidade de ser e viver...; além de que tal sentir é a ladeira para o abismo;

9. Nunca fuja de nenhuma verdade sobre você ou sobre quem você ame; pois, por tal evasão perde-se o discernimento e mergulha-se o ser no escafandro do auto-engano no fundo de um mar de rochas... Além disso, quem determina um auto-engano no pouco, esse será enganado no muito;

10. Ame a Deus e ao próximo; e não existirá lugar para ídolos em seu coração.

Estas são coisas simples e vitais... E aqueles que as seguem sempre são bem-sucedidos em tudo o que fazem; posto que seu fluxo de energia decorra da fonte do que é em Deus.

Nele,
Caio
 Fonte: www.caiofabio.net

DEUS NÃO EXISTE!


Pr. Caio,
Nos últimos dias tenho lido alguns autores diferentes, pois muito me interessei pelo assunto do Teísmo aberto, e ao ler alguns escritos de Paul Tillich, algumas afirmações dele me fizeram refletir e repensar boa parte da ortodoxia na qual sempre cri, ao longo dos meus anos como Cristão.
Li algo. Mas como estava em um Comentário, e por eu não conhecer o contexto da afirmação, resolvi procurar ajuda para entendê-la.
Esta foi a afirmação:
"God does not exist. He is being itself beyond essence and existence. Therefore to argue that God exists is to deny him."
Obrigado pastor.
Oliver Kleim
Resposta:
Meu amado Oliver: Graça e Paz!
É claro que a frase diz o que é!
Deus não existe. Ele é Ele mesmo pra além de toda essência e existência. Portanto, argüir acerca da existência de Deus é o mesmo que negá-Lo.
Deus não existe. Ele é. Eu existo. Pois existir não é algo que seja pertinente ao que É. Existir é o que se deriva do que sendo, É de si e por si mesmo.
Deus não existe. O que existe tem começo. Deus nunca começou. Deus nunca surgiu. Nunca houve algo dentro do que Deus tenha aparecido.
Deus não existe. Se Deus existisse, Ele não seria Deus, mas apenas um ser na existência.
Se Deus existisse, Ele teria que ter aparecido dentro de algo, de alguma coisa, e, portanto, essa coisa dentro da qual Deus teria surgido, seria a Coisa-Deus de deus.
Existem apenas as coisas que antes não existiam. Existir surge da não existência. Deus, porém, nunca existiu, pois Ele é.
Sim, dizer que Deus existe no sentido de que Ele é alguém a ser afirmado como existente, é a própria negação de Deus. Pois, se alguém diz que Deus existe, por tal afirmação, afirma Deus, e, por tal razão, o nega; posto que Deus não tem que ser afirmado, mas apenas crido.
Deus É, e, portanto, não existe. Existe o Cosmos. Existem as galáxias. Existem todos os entes energéticos. Existem anjos. Existem animais e toda sorte de vida e anima vivente. Existem vegetais, peixes, e organismos de toda sorte. Existem as partículas atômicas e as subatômicas. Existe o homem. Etc. Mas Deus não existe. Posto que se Deus existisse dentro da Existência, Ele seria parte dela, e não o Seu Criador.
Um Criador que existisse em Algo, seria apenas um engenheiro Universal e um mestre de obras cósmico. Nada, além disso. Com muito poder. Porém, nada além de um Zeus Maior.
Assim, quando se diz que Deus está morto, não se diz blasfêmia quando se o diz com a consciência acima expressa por mim; pois, nesse caso, quem morreu não foi Deus, mas o “Deus existente” criado pelos homens. Tal Deus morreu como conceito. Entretanto, tal Deus nunca morreu De Fato, pois, como fato, nunca existiu — exceto na mente de seus criadores.
Assim, o exercício teológico, seja ele qual for, quando tenta estudar Deus e explicar Deus, tratando-o como existente, o nega; posto que diz que Deus existe, fazendo Dele um algo, um ente, uma criatura de nada e nem ninguém, mas que também veio a existir dentro de Algo que pré-existia a Ele, e, portanto, trata-se de Algo - Deus sobre o tal Deus que existe.
A Escritura não oferece argumentos acerca da existência de Deus. Jesus tampouco tentou qualquer coisa do gênero. Tanto Jesus quanto a Escritura apenas afirmam a fé em Deus, e tal afirmação é do homem e para o homem — não para Deus —; pois se fosse para Deus, o homem seria o Deus de Deus, posto a existência de Deus dependeria da afirmação e do reconhecimento humano. Tal Deus nem é e nem existe; exceto na mente de seus criadores.
Deus não existe. O que existe pertence ao mundo das coisas que existem OU não existem. Deus, porém, não pertence a nada, e, em relação a Ele, nada é relação.
Defender a existência de Deus é ridículo. Sim, tal defesa apenas põe Deus entre os objetos de estudo. Por isto, dizer: “Deus existe e eu provo” — é não só estupidez e burrice; mas é, sem que se o queira, parte da profissão de fé que nega Deus; pois se tal Deus existe, e alguém prova isto, aquele que apresenta a prova, faz a si mesmo alguém de quem Deus depende pra existir... e ou ser.
O que “existe”, pertence à categoria das que coisas que são porque estão. Deus, porém, não está; posto que Ele É.
Ser e estar não são a mesma coisa, como o são na língua inglesa. O que existe pertence ao que é apenas porque está. Deus, entretanto, não está porque Ele É.
“E quem direi que me enviou?” — perguntou Moisés. “Dize-lhes: Eu sou me enviou a vós outros!” — disse Ele.
Desse modo, Deus não diz “Eu Estou”, mas sim “Eu Sou”. Ora, um Deus que está, não é, mas passou a ser. Porém o Deus que É, mas não está; não pertence ao mundo das coisas verificáveis; posto que Aquele que É, não está; pois se estivesse, seria —, mas não Seria Aquele de Quem procedem todas as existências, sendo Ele apenas um ele, e não Ele; e, por tal razão, fazendo parte das coisas que existem — mas sem poder dizer Eu Sou!
Jesus também falou da sutileza do ser em relação ao estar. Quando indagado acerca da ressurreição pelos saduceus (que não criam em nada que não fosse tangível), Ele respondeu: “Não lestes o que está escrito? Eu sou o Deus de Abraão, eu sou o Deus de Isaque, eu sou o Deus de Jacó. Portanto, Ele é Deus de vivos, e não de mortos; pois para Ele todos vivem”. Assim, os que vivem para sempre são os que são em Deus, e não os que estão existindo. A vida eterna não é existir pra sempre, mas ser em Deus.
Assim, para viver eternamente eu tenho que entrar na dissolvência da existência, a fim de poder mergulhar naquilo que está pra além do que existe; posto que É.
A morte pertence à existência. A vida, porém, se vincula ao que não existe, pois, de fato É.
O que existe carrega vida, mas não é vida. A vida, paradoxalmente, não pertence ao que é existente, mas sim ao que É.
Quando falo de vida, refiro-me não às cadeias de natureza biológica que constituem a vida dentro da existência. Mas, ao contrario, ao falar em vida, refiro-me ao que é para além da existência constatável.
Portanto, Paul Tillich tem razão quando diz: “God does not exist. He is being itself beyond essence and existence. Therefore to argue that God exists is to deny him”.
Ora, usando uma gíria de hoje, eu diria: Tillich tem razão quando diz: “Deus não existe!” — pois é isto que hoje se diz quando algo está pra além da existência: “Meu Deus! Esse cara não existe!”. Assim é com Deus: Não existe! Pois é de-mais!

Um beijo pra você!
Ame-o, e nunca o deixe!
Nele, que não existe, pois É,

Caio
Copiado e bem copiado do site: www.caiofabio.net